segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Esta estava guardada, à espera do momento certo

E quem gostava mais do carnaval que o grande Quim? Ora cá vai esta, que estava em stand by para vir para o éter.

A foto da imagem é uma das que está nos "placards", refere-se ao Carnaval do ano de 2001.








Reconhecem-se, da esquerda para a direita, eu próprio (cabeleira ruiva, apito amarelo, e bigode manhoso são imagens de marca), ladeado pelo João Almeida (a quem agradeço a foto), o Mestre, e um amigo do João, chamado Celso, que antes era um "habitué" na tasca.

Também consta um emplastro, que não sei é quem é. Uma jola a quem adivinhar...


Esta foto traz-me uma especial nostalgia, e uma enorme saudade do meu amigo Quim.
Se havia época que este malandro adorava, era o Carnaval, e era visível a felicidade estampada na cara, naquelas 3 noites. Houve um Carnaval que lhe dei um soutien, coisa que ele nunca tinha vestido, e que proporcionou grandes risadas entre nós. E usou-o...

As noites que antecediam a 6ª de Carnaval, passadas a enfeitar a tasca de balões, fitas, máscaras, e a desencantar cassetes de Carnaval (a era da vulgarização dos CD-R e dos peer to peer ainda estava para vir) eram memoráveis. Cheguei a fazer tudo com ele, sem mais ajudas. Dava trabalho, e um gozo equivalentes. Mas valia a pena. E muito.

Enquanto as pernas não o atraiçoaram, o Quim era menino p'ra dançar toda a noite. Tivesse par, e era sempre a varrer até às 2, a acompanhar malta com menos 50 ou 60 anos que ele. A genica era inata e lendária, como se lembrarão todos os que com ele conviveram.

Preocupa-me a progressiva entrega da tasca à xungaria e à brazucada, coisa que no tempo do Quim não aparecia, senão eram mal recebidos.

Esperemos que neste Carnaval a coisa não piore...

Me dá um dinheiro aí, bem antigo

Moacyr Franco

A pipa do vovô...

Marcha da cueca, a pior versão que já vi/ouvi

Oh jardineira, porque estás tão triste...

Não sei se arranjam um video mais clássico que este

Touradas em Madrid - Trio Irakitan (1959)

Desafio aceite:turma do funil, cantado por um papagaio

Desafio Folião

Desafio-vos a deixarem aqui uma pérola musical carnavalesca (valem vídeos, mp3, streaming, etc) para ver quem descobre o melhor clássico


Aqui fica a minha primeira contribuição, um clássico de sempre

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Já está!


Como foi lembrado, e bem, por um anónimo num post anterior, já cá anda o tradicional (e útil) countdown folião, que vai ficar arrumadinho à direita, logo abaixo dos taberneiros.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Já Ganhou!

Numa altura em que o calendário eleitoral deste ano divide o Governo e a Presidência, Avelino Ferreira Torres - sempre avesso a polémicas - apresenta o seu hino de candidatura à Câmara de Marco de Canavezes.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Vamos brindar?


Peço especial atenção ao vinho, que é tinto!!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Russo dance show @ Bar do Buja



Este ainda é de 2008, mas que é muito bonito, n' haja dúvida

sábado, 6 de dezembro de 2008

NataLebre


No "Lebre" a tradição do presépio natalício ainda é o que era.

Boas Festas para a comunidade!

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Isto sim, é serviço público

No âmbito do programa simplexxx...

domingo, 19 de outubro de 2008

xapilô-do-à live @ moca

Quem nunca ouviu o xapilô-do-à cantado (???) pelo Russo não sabe o que perde.

Atenção à interpretação (bom, mais ou menos...) memorável dum hit dos Pink Floyd na parte final do video...

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Prémios IgNobel 2008










Com atraso, mas aqui vai a posta:

Dia 3 de Outubro último, no Sanders Theatre da Universidade de Harvard, e perante 1200 pessoas, realizou-se a cerimonia de entrega dos prémios IgNobel 2008.


Atribuídos anualmente pela revista humorística “Annals of Improbable Research” (cujo logótipo é a imagem supra), os IgNobel “honram façanhas que primeiro nos fazem rir e depois pensar” e vão já na sua 18ª edição. Normalmente, os galardoados são investigadores, cujos trabalhos foram publicados em revistas de grande prestígio internacional.

Do site http://www.apm.pt/, faço copy/paste das origens do prémio: Diz a lenda que os Prémios IgNobel foram criados por Ignatius (Ig) Nobel, familiar de Alfred Nobel, o provável inventor das bolhinhas nos sumos e co-inventor do Excelsior (material de embalagem feito à base de pequenas lascas de madeira). O seu fascínio por todas as coisas que faziam "pop", levou-o a estudar as bolhinhas nos sumos das garrafas. Ao fim de 17 anos de cuidadosas observações, Ig Nobel concluiu que não há duas bolhinhas que sigam o mesmo caminho ascendente. Este foi a principal proeza de Ig Nobel, que nunca foi reproduzida.


Para lá do disparate do teor das investigações e das descobertas premiadas, o que esta cerimónia tem de realmente giro é o nível elevadíssimo de humor e fair-play, como comprova a presença em pessoa da generalidade dos galardoados para receber o prémio, que é entregue por um galardoado Nobel (prémios denominados "os outros, os da academia sueca...") congénere, e agradecerem num discurso de 60 segundos, cronometrados por uma criança de 8 anos, que começa a berrar "boring !!!!" assim que o tempo é ultrapassado.
Desde 1996, a cerimónia inclui ainda uma mini-ópera, interpretada a meias entre cantores de ópera profissionais e laureados com prémios Nobel.
Aos curiosos, ou que quiserem passar uns momentos a rir, recomendo a consulta à página da revista, onde poderão aceder à lista completa desde 1991 até hoje.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Ericeira - Gabriel Cardoso

«Praias de águas cristalinas / De areias da cor do ouro / São beijadas pelo mar / Em espuma de rendas finas / São verdadeiros tesouros / Que sempre nos faz voltar.
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Ericeira, Onde o Mar é Mais Azul / Nas belas praias do sul / De doirada e fresca areia / Ericeira, és tão bela e tão formosa / No desabrochar de uma rosa / Em noites de lua cheia.
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Entre as suas tradições / Santa Marta junto ao mar / Envolve rubros poentes / Em tardes feitas serões / No seu parque a brincar / Mil crianças sorridentes.
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Ao partir para o exílio / Da Praia dos Pescadores / Dessa adorada Ericeira / D. Amélia pede auxílio / Dão-lhe carinho e flores / E a fuga numa traineira.»