terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Sobrevivente Português em Barajas

"O Lebre" anuncia em primeira mão que se encontrava um jornalista português no recente atentado perpretado pela ETA no aeroporto de Barajas em Madrid, Espanha. Trata-se de Galvanito José, conceituado jornalista português, famoso pelos programas de televisão na :2, como "Portugalmente" e "Zapping" (quem não se recorda do seu Paulo Catarro na rubrica "TV Suor"?) e nas rádios RCM ("silêncio que ontem foi espiga" foi o mais famoso) e RCS. Natural do Seixal Saloio costuma passar férias na vila da Ericeira e frequentar o afamado Lebre, bem como a Praia do Sul, de doirada e fresca areia.
«Os sacanas dos espanhóis são tramados», confidenciou-nos, «cobraram-me 18€ pelo desayuno e quando ia a dar o primeiro golo no sumo de laranja natural fui projectado contra a parede pela explosão. A minha primeira reacção foi colocar-me debaixo de uma mesa. Depois do estrondo chegou o silêncio e, movido pelo espírito jornalístico, superei o zumbido no ouvido esquerdo e o medo do homem comum e comecei a filmar com o meu telemóvel 3G tudo o que se passava - pessoas desorientadas no meio do fumo, polícias que abriam e fechavam portas... enfim, um cenário de caos e pânico generalizado.»
Mas tudo terminou bem para o nosso intrépido repórter, que apesar do cenário de destruição bem patente na foto supra escapou ileso (tirando a atrás referida lesão auricular e, ainda, um vidro que se alojou num dedo da mão), conseguindo apanhar um avião de regresso ao amado Portugal nesse mesmo dia, afim de passar o rubulhão junto daqueles que lhe são mais queridos.
Bem-Vindo a Casa, Galvas!

Imagem adaptada por PixaComXis e texto de PixaComXis/HR

11 comentários:

Luijinho disse...

Folgo em saber que estás bem pequeno Paulo. Precisamos dos teus disparates :-)

Abraço e as melhoras para o teu ouvido.

Anónimo disse...

OBGD pequeno Luís. Não é apenas o ouvido que me preocupa. Na verdade, agora, de cada vez que dou um pum, fujo. É o trauma. Mas enfim, tudo se resolve. Agora a sério, é só um esclarecimento em relação à foto. Tudo o que está naquela foto corresponde à realidade, desde a destruição lá atrás, até à minha cara de parvo, ok? Ah, obgd a todos pelo apoio, mas sobretudo um grande obgd a mim, por poder estar aqui a escrever-vos.
Survivor.

sassetti disse...

Como te entendemos Galvanito também nós fujimos quando dás uns pums...Mas gostamos de ti mesmo assim.Meu kerido Galvanito,nós queremos o GALVANITO.BJOs

João Gomes disse...

Ofereço o tratamento pó stress pós-traumático... free of charge.

PixaComXis Produxões disse...

O antonis é que podia ter um trauma desses para ver se acalmava aquele rabo

Tripeirossos disse...

Ah valente Galvanito, ainda bem que estás em forma!!!
Aquele abraço

antónis disse...

pelos vistos o pixacomxis também padece de stress pós-traumático resultante da minha muito superior performance no pum (isto merecia um dixote parvo, do tipo "stress pum-traumático. se o fizesse, convidavam-me para guionista da "arvore das patacas" nas manhãs da SIC, o que não contribuía em nada para o meu ego comediante).

sinais evidentes dessa patologia, são a conhecida "sopinhice de massa" na oralidade, o que o impede de dizer Massachussets a seco, bem como o acoelhamento em avançados estados de degradação etilica. Os tralhos também são reveladores. quem não ouviu falar dos ex-combatentes do ultramar a atirarem-se para debaixo das mesas, quando ouvem um foguete, aos gritos de "aos abrigos camaradas, os turras estão na senzala, ahhhhhhhhrrrrgggggggg..." ??????

Nada que umas sessões de hipnotismo na "chaise longue" do Dr. Foka_Bock não atenuem...

PixaComXis Produxões disse...

E umas sesões de sicuta com o Dr.Foka_Bock não seria mais eficaz?

antónis: O Pixa já não tralha, até já adormece em pé à la TP aka Toco e também ja digo MAXAXUXETS!!!

:-)

claricinha disse...

Glavani espero que ja estejas recuperado! beijinhos grandes

Martolas disse...

Galvanito meu pequenote!! Espero que esteja melhor do teu ouvidito surdo!! Bejus e estimo as tuas melhoras

Anónimo disse...

Um grande abraço ao amigo Galvão, por isso é que fui ao Marys e a irmã estava em alvoroço com o seu maninho em Madrid, certamente saiu um homem mais humano e mais anti terrorismo depois de escapar vivo desta tragédia! grande Galvão!

Pedro Fernandes (Aka Radical)