domingo, 25 de março de 2007

segunda-feira, 19 de março de 2007

Obrigado.


Ericeira
11 3 2007
19:11

Este poster surgiu na sequência de uma fotografia que tirei em 2004. Do Joaquim Lebre. Foi um momento. Em que percebi que podia estar a fazer o que estou a fazer agora e esta imagem ficou na minha memória. Como uma mnemónica gráfica do Lebre. O meu taberneiro de sempre. E um exemplo de vida para quem quis e pode ver. Um amigo de toda a gente pela sua inteligência, simplicidade, crença e inimitável profissionalismo. Foi uma referência para várias gerações de bebedores de cerveja, amendoa amarga, bagaço e aldrabões. O seu nome tornou-se num ponto de encontro e muito se viveu ao seu lado. Para o bem e para o mal.
O António. Sempre lá esteve. E está lá sempre. Por isso foi o fiél depositário do poster que fiz.

- Este é Á tua Jaquim!!!

Texto e foto de DEVIR, retirado na íntegra de Fixação Proibida

Momento Musical

segunda-feira, 12 de março de 2007

sexta-feira, 9 de março de 2007

LebreTours: Páscoa 2007 (6, 7 e 8 de Abril)


Vem aí a Páscoa, e como temos a sexta feira santa (mei** na garganta!) o fim de semana vai-se prolongar, neste caso adiantar. Proponho como nos anos anteriores um "Vá para fora cá dentro".

Sugestões na caixa de comentários do costume.

PS. Passei o ano em Lagos/Praia da Luz e gostei do sítio onde fiquei

segunda-feira, 5 de março de 2007

"Olha o Tiago Monteiro!"

Tendo em conta a alta qualidade da colheita de fotos carnavalescas deste ano, o nível de publicação on-line das mesmas tem andado muito fraco. Razão pela qual deixo aqui o meu modesto contributo.
A malta com o Tiago Monteiro.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Boa anedota

O Xôtôr Zé Carpinteiro, o tal que progenitou a H2Loira e a Sornas enviou-me este disparate e, dado o grau de prvoíce, não resisto a publicar no éter:

CORTADORA DE PICkLES

Um sujeito trabalhava há anos numa fábrica de conservas e, um dia, confessou à mulher que estava possuído por um terrível desejo: a vontade incontrolável de meter o pénis na cortadora de pickles. Espantada, a mulher sugeriu que ele procurasse um psicólogo, e o marido prometeu que iria pensar no assunto.
O tempo foi passando, até que um certo dia, ele chegou a casa cabisbaixo, profundamente abatido:

- "O que aconteceu amor?"

- "Lembras-te do meu desejo de enfiar o pénis na cortadora de pickles?"

- "Oh não!" - gritou a mulher -" Fizeste isso?!?"

- "Sim fiz!"

- "Meu Deus, e depois?"

- "Fui despedido..."

- "Mas, = e...e.... e... a cortadora de pickles ...?"

- "Aahh, a Manuela?! Também foi!"

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

A tasca, noite de Sábado


















Fotos de Luis Rafael Pinto, A.K.A. "Licas"

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Nova data p'ra sessão Gracinha Viterbo

Uma subita e inesperada inundação na fracção sita no andar acima do # 23 da R. da Misericórdia determinou, não só danos irremediáveis na maquina registadora (calma, que a jola está a salvo...), como também uma remarcação da data para proceder ao "enfeite" da tasca.
Após uma curta visita hoje a tarde, combinei com o João que a noite de Quinta-Feira seria dedicada a expelir o designer de interiores que há em todos nós (vá lá, é carnaval, um gajo pode dedicar-se a estas paneleirices sem que ninguém desconfie...), pelo que cerca das 21:30 lá estarei a ajudar a pendurar guita, fitas coloridas, balões, caraças, e tudo o que apareça que dê cor e alegria à nossa taberna favorita.
Não se acanhem, compareçam que todas as ajudas serão bem-vindas.
A cú miXão de feXtas

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Está marcado o festim folião

Marlon comunica a seus amigos que já reservou mesa para 6a feira, no restaurante Polo Norte, pelas 22h, em Torres Vedras.

Para quem não souber, é um restaurante de esquina, frente à igreja de S. Pedro. Se continuarem a descer a rua, darão de caras com a famosa Pastelaria fina Casa da Avó Gama.

Até breve. Despeço-me com amizade.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Explica lá isto Luijinho

Suplemento Vidas / Correio da Manhã, 10-02-2007

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

Ideia parva, ou talvez não

A ideia parva é esta: noutro dia descobri um site brasuca com letras das marchas clássicas de Carnaval, aquelas velharias com 30 ou 40 anos que toda a gente conhece.

Saquei as letras num copy/paste para Word, e quero saber o que vos parece a ideia de fazer qualquer coisa com aquilo. Sugeri ao Foka_Bock, em conversa pelo Messenger, a ideia de se imprimir aquilo, levar para o Lebre, e afixar nas paredes, a nu, ou emoldurar para não ser estragado.
Em folhas A4 dá 5 páginas com letra 10, que a malta do design (ouviste pixa?) até poderá modificar e fazer umas graçolas com imaginação.

Estão para aí virados? O documento está no desktop do meu pc, e envio facilmente a quem desejar ter acesso a isto.


Sugiram, meninos e meninas.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

Relembrar o Quim numa época que ele tanto gostava

Na contagem final para o Carnaval de 2007, deixo uma vez mais a minha homenagem sincera ao meu (nosso!!!!) amigo Quim, e lembra-lo principalmente pela sua amizade e elevação, mas também pela adoração que tinha pelo Carnaval.
O Quim, todos nos lembramos, adorava mascarar-se, dançar com as miúdas, e divertir-se como se não houvesse amanhã.
Um folião convicto e à séria, como a imagem não deixa mentir.

Este Carnaval é o 1.º sem ele, mas temos que fazer por manter o nível daquela tasca, e isso começa por fazer uma decoração na tradição das fizemos nos anos anteriores, de preferência melhor.

Este ano, como de costume, vou ajudar a enfeitar a tasca com balões, fitas, caraças, o mais que houver.
Falou-se na noite de 3ª feira dia 13, gostava que quem pudesse e quisesse ajudar comparecesse, todas as ajudas são necessárias.

Já tenho aqui 500 e tal mb’s de musica de Carnaval em mp3 para gravar, e estou a sacar um zip de marxinhas de Carnaval do emule, a ideia é fazer um cd para tocar a noite toda. Vejam quem tem musica, tragam-me no fim-de-semana, que até se pode fazer mais que um cd.

Vá meninos e meninas, mexam-se também para a casa estar com o nível que o Quim gostaria.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

Novidades da Tasca

Caros assinantes, o Blogger actualizou-se e deixou se ser uma versão Beta, e O Lebre sempre na vanguarda das tecnologias também. Por isso os fabulos escribas aqui do tasco tem de fazer a actualização de Blogger para Google Account para continuarem a postar aqui no Tasco, e aparecerem na barra aqui do lado nos Contributors.

É fácil, é barato (grátes) e não dá milhões mas deve dar qualquer coisinha

Gratos pela preferência

A Gerência Virtual

PixaComXis

A origem do spam e um video de Monty Python sobre spam (ia-me apagando com isto, estes gajos são os maiores)



SPAM é a designação universal atribuída a correio electrónico. São
mensagens enviadas em massa, sem o prévio consentimento do destinatário,
para vários endereços em simultâneo e são quase sempre de teor comercial
e publicitário.

PRESUNTO PICANTE?
Originalmente, SPAM, foi o nome dado a uma marca de presunto picante
(Spieced Ham) enlatado fabricado por uma empresa norte-americana que
vende o produto desde 1937. É curioso como o nome de uma marca de comida
enlatada se tornou sinónimo de uma das piores pragas da Internet
.
(informação e video no meu mail hoje)

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

Missão cumprida

Teve ontem lugar a invasão à Tornada para aquisição de vestimentas de Carnaval.

Na missão compareceram antónis, Marlon Brandão, e o extra-blog Pedro Miguel, A.K.A. “Gasosas”, que adquiriram as 1.ªs peças das respectivas máscaras, e que diga-se, continuam a preços bem tentadores.

A Tornada, para quem não sabe, é uma aldeia nas imediações das Caldas, que tem um armazém de venda de roupa usada, e em quantidades industriais, onde é possível comprar as cenas mais pirosas a preços indescritíveis de baratos (para lá chegar: A-8, sentido Lisboa -Leiria, sai-se na 20ª saída - que tem a indicação "Tornada". Depois da saída, segue-se em frente, surge uma rotunda, vira-se à direita, e estamos na Tornada, em plena avenida principal. Segue-se em frente, até chegarmos a uns semáforos. Passam-se estes, e é a 1ª à esquerda. Depois, uma bifurcação (toma-se o lado direito), seguimos e o armazém fica atrás de uns portões e de uma vedação (vê-se bem, é grande e branco).

É, salvo erro, o 3º Carnaval onde me abasteço na Tornada, e continua a valer a pena lá ir, especialmente para determinadas peças: casacos (aos pontapés, feiíssimos e baratos) chapéus (este ano há imensos) sapatos de mulher de nºs grandes (arranjam-se 40, 41 sem problema). Quem gosta de vestidos, tem às dezenas, de cetim, com rendas, folhos cores, tudo digno do casamento mais saloião de há 20 anos atrás. Conjuntos mini-saia/top são mais difíceis, mas com esforço arranjam-se – como poderão atestar daqui a um mês. Há muita calcinha daquela justa, p’ra ficar com um belo camel toe saliente.
E os preços…

Como é evidente, não irei dar detalhes sobre o que compramos, mas só digo, para aguar os leitores, que o “Gasosas” está a esmerar-se…

Há possibilidade lá voltar (até porque há mais gente a querer ir lá), e vou quase de certeza ainda a Torres, para ir aos acessórios, e sacar uma ou outra cabeleira.

Isto está-se a compor…

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

Provocação ao nosso Galvaneco José, o mais ferrenho socrático do Seixal saloio

Pensamento do dia:

Dizem os americanos :
"We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."

Respondem os portugueses :
"We have José Socrates, no wonder, no hope, and no cash.”"

(No mail hoje)

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

guia para um correcto "dress code" de puta no carnaval


Quando falta um mês para a mais divertida época do ano – o maravilhoso Carnaval – é chegada a altura de se pensar nas máscaras. A que nos vamos mascarar, quando vamos procurar, o quê, enfim, estamos em plena época preparatória da ocasião.

Como é sabido, este vosso escriba desde há muitos anos que apenas e só se mascara à puta, tendo vindo nos últimos anos a refinar a péssima qualidade e fama da personagem com aquisição de alguns artigos que lhe apimentam o traje, e que felizmente (alguns, pelo menos…) têm sobrevivido quase miraculosamente para o ano seguinte. Orgulho-me, por exemplo, de ter alguns acessórios que vão no 15º Carnaval consecutivo (por exemplo, a minha maravilhosa carteira encarnada) sem grandes sobressaltos.

O que se segue é um guia pessoal, relativo ao critério para aquisição dos diferentes artigos que compõem uma máscara de uma abjecta e nojenta puta rasca de beira de estrada – ou como se costuma dizer, puta de sofá-pedra. Serve para aconselhar os menos avisados sobre o tema, sobre o que e como escolher, e como usar os artigos, e escrevo-o sem falsas modéstias, com a autoridade de quem tem perto de 20 Carnavais consecutivos nas costas, e ainda em puto, enquanto as roupas das minhas irmãs me serviam, também alinhava na festa.

A cabeleira: artigo fundamental numa máscara, porque dela sobressai logo a “qualidade” da nossa puta. Loira, à partida, é puta rasca, morena puta mais chique, a ruiva (as minhas favoritas) dá um ar mais angelical, com um misto de naughty girl que me agrada sobremaneira – para além de serem mais vistosas. Deve ser curtinha (senão é um combate com a alça da mala, e fazem comichão no pescoço, e embaraçam-se em tudo), preferencialmente encaracolada (porque se notam menos as falhas, e dão um ar mais dirty à puta).

Óculos:
muito importantes, devem ser de lentes grandes (estilo Amália Rodrigues, ainda haverá quem tenha relíquias 70’s das mães nas gavetas ou encaixotados), o que apalhaça a puta e lhe dá um ar decadente, sempre interessante. Os óculos permitem também disfarçar os olhos encarnados, e permitem suportar a luz quando se sai do Túnel ao meio-dia.

Maquilhagem:
actualmente, o que eu uso resume-se a brilhantes na cara e no corpo, verniz encarnado na unha (nem podia ser outra cor) e verniz para apodrecer os dentes – este sim, componente essencial. Como cultivo laboriosamente um bigode de 2 semanas antes do Carnaval, este detalhe associado a uma escolha certeira óculos/cabeleira e uns dentes podres, meio caminho estará andado para enojar toda a gente – triunfo, portanto…

Casaco:
provavelmente o mais importante dos trajes. Carnaval é sinónimo de muito frio, e chuva por vezes também dá um ar. Aqui a escolha tem que ser feita com especial critério. Os casacos de pele ou visons são quentinhos, mas são péssimos de transportar e de guardar em cantinhos. Quando se investe num casaco deste tipo, tem que se mentalizar que não resta outra hipótese que não recorrer aos bengaleiros. Os “anorakes” ou “Kispos”, ou o que queiram chamar, enrolam-se à cintura com facilidade, são quentes, mas não têm tanta (falta de…) classe como os de pele – ainda não perdi a esperança de arranjar um de coelho (imitação era melhor…), porque aí ninguém se chegava perto de mim em qualidade.

Mala:
tantas vezes negligenciada, a mala é um artigo a que dou grande importância, porque nele se encontra guardado o meu pequeno mundo não carnavalesco (os maçons chamar-lhe-iam profano…). Deve ser de tamanho médio, de tecido mole (para não pesar), espaçosa, com muitos bolsinhos para separar bem as coisas. A alça deve ser gigante, para permitir que se use à tiracolo, e diminuir os riscos de perda. No bolso interior (de preferência com fecho), devem ser guardadas as coisas mais importantes, como sejam a chave de casa, algum dinheiro, telefones e afins
Quanto mais horrorosas, melhor, e aí vivam os 80’s com a sua memorabilia de adereços. Eu na minha mala levo o estritamente necessário: carteira (a minha velhinha carteira encarnada, companheira de tantas lutas…), vernizes, para dentes e unhas, um telemóvel velho – o meu velhinho Nokia 5110, que desde 1998 não me deixa ficar mal, uma garrafa de plástico com as já celebres e temíveis tampinhas (mix vodka/limão em doses capazes de fazer levantar um moribundo…), uma caixa com um par de óculos extra, e montes de balões, com que faço as minhas maminhas arrebitadas à adolescente.

Traje:
aqui há logo uma decisão a fazer, tailleur ou conjunto micro mini-saia e top. Eu gosto de fazer uma das noites de tailleur, para variar um pouco, e desde que seja bem curto (andar com as cuecas a ver-se é fundamental) eu visto-o. De qualquer forma, normalmente opto por mini-saia/top, porque me permite fazer um conjunto de especial mau gosto e andar com a minha opulenta e hirsuta barriga ao léu, que é quase imagem de marca da casa. Para aquisição de traje aconselho as feiras (Carcavelos é muito boa, Malveira nem por isso), os centros comerciais na zona do Martim Moniz, e para que tem saco, uma ida à Tornada. Nos baús por vezes também se encontram umas pérolas, é sempre de se passar por lá.

Collants:
vão por mim, eu ensino o truque – 3 camadas, uns por baixo de tecido à escolha desde que não asse, a 2ª uns de lã, e na 3ª viva a imaginação, quanto mais assanhados melhor (rendas, desenhos, vale tudo). Por cima dos collants, uma boa cueca fio dental (lojas dos chineses, há aos pontapés), e se houver, uma bela combinação e cinto de ligas (coisa que não arranjo para o meu tamanho infelizmente.
Atenção ao soutien, deve ser bem largo, não façam como eu que tenho uma marca nas costas de um soutien que me arranjaram uma vez. O ano passado arranjei um 54 copa D em Mafra, end of story.
Calçado: sempre, sempre, uns ténis. Como sola em bom estado – imaginem o que acontece ao vosso Carnaval se pisam uma base de um copo de vidro…, de preferência que tenha impermeabilidade – em Torres quando chove, a agua parece uma faca de tão fria que é, e pés gelados para o pé de samba é tramado… Sapatos de salto alto, pantufas, sabrinas, sandálias, tudo isso dá cabo dos pés

Acessórios:
ora aqui está algo a que venho dando valor nos últimos anos, são nestes detalhes que muitas vezes me destaco. Colares, pulseiras, anéis, pregadeiras (queriam…) bandeletes, fitas, plumas, etc., tudo é bom para apimentar a máscara. Eu ultimamente uso um par de algemas na alça da mala, um belo relógio de gaja que me deram as minhas amigas Sornas e H2Loira, colares e o resto, tudo o que consigo arranjar e seja pavoroso eu visto.

Fundamental também, são os acessórios para fazer barulho: apitos, reco-recos, castanholas, chocalhos, venham eles.

O resto, é risota, animação, musica, pé de dança, copos e outros aditivos, algumas quedas (Carnaval que o é, tenho que ir ao chão uma vez…), encontros inusitados, e por fim, luta contra o cansaço e o frio

Dia 16 do próximo mês levanto voo, e aterro algures entre Júpiter e Torres Vedras